O protagonismo da educação como promotora da justiça social e dos direitos humanos
Anna Paula Bagetti Zeifert
UNIJUI
https://orcid.org/0000-0003-4424-1626
Juliana Barbosa de Lima
UNIJUI
https://orcid.org/0000-0001-7663-1763
Daniel Rubens Cenci
UNIJUI
https://orcid.org/0000-0002-6909-0046
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Palavras-chave

Capacidades. Direitos Humanos. Educação. Justiça Social.

Como Citar

Bagetti Zeifert, A., Barbosa de Lima, J., & Cenci, D. (2022). O protagonismo da educação como promotora da justiça social e dos direitos humanos. Direito E Desenvolvimento, 13(1), 184-196. https://doi.org/10.26843/direitoedesenvolvimento.v13i1.1372

Resumo

O estudo faz uma abordagem das capacidades, marco teórico escolhido para a análise acerca da justiça, além de compreender o protagonismo da educação como promotora da justiça social e dos direitos humanos. Toma por referência a lista de capacidades proposta por Martha Nussbaum, que pode ser vista como um modelo de complementação à discussão histórica dos direitos humanos, capaz de auxiliar na consolidação de uma sociedade mais justa e inclusiva que tem na educação a base para seu desenvolvimento. Nussbaum defende que uma educação de qualidade deve atentar às artes e às humanidades, a fim de possibilitar sentimentos como a dúvida e a compaixão, capacitando os alunos a participar do âmbito político e exercer a democracia, meios pelos quais desigualdades tendem a ser reduzidas, produzindo justiça social. Para seu delineamento, o trabalho teórico utiliza o método de abordagem hipotético-dedutivo. Assim, os resultados desta pesquisa apontam que a abordagem das capacidades é um modelo de combate à exclusão, fundamental para construção de uma sociedade mais justa e inclusiva e a educação é essencial para a realização da justiça social e dos direitos humanos.

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