Rastreio de memória em idosos com e sem doenças crônicas não transmissíveis
Ivonaldo Leidson Barbosa Lima
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
Ana Paula de Almeida Cunha
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
Alana Emily Granja Fidelis
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
Fernanda dos Santos Cardozo
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
Gilcélia dos Santos Araújo
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
Naize Shirley Santos da Silva
Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ)
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Palavras-chave

Idoso
Memória
Doenças crônicas
Saúde pública
Fonoaudiologia

Como Citar

Lima, I., Cunha, A., Fidelis, A., Cardozo, F., Araújo, G., & Silva, N. (2019). Rastreio de memória em idosos com e sem doenças crônicas não transmissíveis. Revista InterScientia, 7(2), 131-145. https://doi.org/10.26843/interscientia.v7i2.1141

Resumo

O presente estudo objetivou observar o desempenho de idosos com e sem doenças crônicas não transmissíveis em provas de rastreio de memória. Para isso, foi realizado um estudo de campo, descritivo, observacional e transversal realizado em unidade de saúde da família e em um projeto social para idosos de uma capital nordestina. Participaram da pesquisa 65 idosos, de ambos os gêneros, com idades variando entre 60 e 87 anos, que aceitaram participar da pesquisa mediante a assinatura do termo de Consentimento Livre e Esclarecido e autorização dos respectivos locais. Para realização da pesquisa foi utilizada a Bateria Breve de Rastreio Cognitivo. Os dados foram analisados quantitativamente, a partir de estatística descritiva e inferencial pelo teste de correlação de Pearson, com nível de significância de 5%. A maioria dos idosos (64,61%) declarou ter queixa de memória e declarou não ter queixa de linguagem. Foi observado que os idosos sem doenças crônicas não transmissíveis apresentaram o melhor desempenho nos testes de memória, enquanto os idosos com diabetes mellitus apresentaram o pior desempenho. Verificou-se correlação negativa entre a idade e o desempenho nas provas de memória imediata (p=0,004*), Aprendizado (p=0,02*), Memória Tardia (p=0,013*) e pela quantidade de Intrusões realizadas (p=0,006*). Com isso, foi observado que o declínio cognitivo de memória em idosos aumenta de acordo com o avanço da idade. A maioria dos idosos possui queixa de memória. E a diabetes mellitus foi a doença crônica com pior desempenho nos testes de memória.

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